O TSE fez uma campanha sobre quem falta na política. Citou mulheres, indígenas, pessoas negras. Está certo nisso.
Só esqueceu de 18 milhões de brasileiros com deficiência.
Quando nem o discurso sobre inclusão nos inclui, o apagamento deixa de ser descuido e vira estrutura.
Nossos corpos não são vistos como diversos. São vistos como anomalia. E isso aparece até na propaganda de quem deveria proteger a nossa democracia.
Eu não faço política apesar da deficiência. Faço a partir dela. Por isso o nome é Talita Cadeirante. Por isso eu estou aqui.
@tsejus quando vocês forem refazer essa campanha, a gente precisa estar na conversa.
A política tem que ter a nossa cara.