Tem uma ideia errada de que política de juventude é só escola e emprego. É importante, claro. Mas juventude é muito mais do que isso.
É cultura. É arte. É ocupar a rua. É existir do jeito que você é, no espaço que é seu.
O Toro Skate Park é político
Sim. Quando acompanhei a revitalização da quadra do Toro Skate Park e fui até lá para estar com os skatistas, não foi visita protocolar. Foi reconhecer que um espaço de convivência juvenil merece atenção do poder público — manutenção, iluminação, respeito.
A nova iluminação da quadra não é detalhe. É a diferença entre um jovem poder estar na rua com segurança à noite ou não.
Rap, arte e cultura de base
Ao longo do mandato, apoiei artistas e agentes culturais que produzem na periferia de Taubaté — rap, batalha de rima, arte visual, representatividade. Não porque é bonito falar nisso. Porque cultura periférica é política. É resistência. É identidade.
Quem produz arte na periferia está construindo pertencimento — e isso precisa de apoio real, não só de aplauso.
Diversidade não é pauta secundária
Participei do Fórum de Diversidade Sexual e de Gênero desde a primeira edição. Apoiei o Diversifique-se — um coletivo que cria espaços seguros para jovens LGBTQIA+ em Taubaté. Estive presente em atividades, não só no discurso.
Porque existir com segurança é o mínimo. E enquanto existir jovem LGBTQIA+ com medo de ser quem é, a política precisa estar do lado deles.
Por que isso tudo importa para a Alesp
Porque a Assembleia Legislativa de São Paulo precisa de alguém que entenda que juventude não é um grupo homogêneo esperando política pública cair do céu. É skatista, é artista, é estudante de periferia, é jovem trans, é quem batalha no mic e quem batalha na vida.
Eu conheço essa juventude. Caminhei com ela. E quero continuar fazendo isso — com mais alcance, mais poder de mudança e mais mandato para isso.