Hip-hop não é entretenimento. É a voz de quem a cidade insiste em ignorar.
A Semana do Hip-Hop em Taubaté existe porque artistas construíram essa cena com o que tinham, sem recurso público e sem visibilidade institucional.
Fizeram mesmo assim.
Política de cultura é reconhecer esse trabalho com orçamento real. Não como favor nem obrigação.
Investir em cultura periférica é política pública de verdade.
Inclusão cultural não é decoração da gestão, é sobre valorizar a identidade oferecer pertencimento.
Meu compromisso com a Semana do Hip-Hop é esse: fazer a gestão chegar onde o talento já chegou faz tempo.