Garantir esse reconhecimento institucional é combater a intolerância e afirmar que as religiões de matriz africana merecem respeito, espaço e o direito de existir sem medo.
Que o respeito não seja apenas um discurso, mas uma prática real na nossa cidade. A nossa ancestralidade faz parte da história da nossa cidade e momentos como esse mostram que estamos no caminho certo.
Obrigada a cada um que esteve presente e fez desse momento algo histórico.