A nossa juventude não é apenas um número matriculado na escola. A juventude periférica produz cultura, rima, cores e movimento o tempo todo. E a verdade que ninguém conta nos corredores engravatados da política é que, muitas vezes, onde a prefeitura não chega, a cultura de rua chega, acolhe e salva.
No nosso mandato, criamos a série de vídeos “Ei, Talita! Arma Nóis!” exatamente para dar luz às pessoas e projetos que estão mudando a nossa cidade na raça. Nós temos muito orgulho de caminhar ao lado de artistas independentes que movimentam o rap, as batalhas de rima e o graffiti.
Projetos que mudam a quebrada
Nós acreditamos que investir na cultura periférica é investir no futuro. É por isso que apoiamos projetos como a revitalização da Quadra Viva e o projeto Resi Vivo, promovidos por coletivos que usam a arte como ferramenta de formação e fortalecimento comunitário.
A arte independente transforma as praças das nossas periferias em espaços de resistência e pertencimento. Quando um jovem da quebrada pega um microfone na batalha de rima ou uma lata de tinta para colorir um muro, ele está contando a história da nossa gente. Ele está fazendo política.
Valorizar a economia criativa e os nossos agentes culturais locais é um dos pilares do meu trabalho. O poder precisa ter a cara do nosso povo — e o nosso povo é feito de arte!
Você conhece ou faz parte de algum projeto cultural independente que precisa ser visto? Vem trocar ideia com a gente! Clique no botão abaixo e participe do nosso canal oficial no WhatsApp.