A juventude precisa ter o direito básico de existir, de amar e de andar nas ruas da sua cidade sem sentir medo. Mas para a juventude LGBTQIAP+, essa segurança ainda é uma luta diária. Como mulher lésbica e cadeirante, eu sei exatamente o peso que a discriminação coloca sobre os nossos ombros.
Por isso, atuar pelo fortalecimento da diversidade nunca foi apenas uma pauta do nosso mandato; é uma missão de vida. E isso não se faz apenas com discurso, mas com construção de espaços seguros e políticas de acolhimento.
Inclusão e diversidade caminham juntas
A diversidade torna a nossa sociedade mais forte e criativa. O preconceito, por outro lado, é o que destrói os laços da nossa comunidade. Ao longo dos anos, fiz questão de apoiar e estar presente nas ações de entidades fundamentais como a Casa Mulher & Vida.
Um dos momentos que mais me enche de orgulho foi a nossa participação contínua no Fórum de Diversidade Sexual e de Gênero. Na última edição, mostramos na prática que acessibilidade e diversidade caminham lado a lado: o evento reuniu centenas de pessoas e contou com tradução em Libras durante toda a programação.
A política tem que servir para proteger quem mais precisa. Combater o preconceito e a discriminação dentro dos equipamentos públicos é o mínimo para garantirmos dignidade. Nós só vamos conseguir inovar e sonhar com uma cidade grandiosa quando todas as pessoas tiverem o direito de pertencer a ela com respeito.
Vamos construir juntos um Estado mais inclusivo e sem preconceitos?
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